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É a partir desta palavra, de uma palavra só, assim, sem nenhuma outra para acompanhá-la e tornar seu significado mais claro, que é possível pensar dois livros. Em um deles, a obsessão de um homem, pescador, por um peixe. Em outro, a obsessão de um homem por uma baleia. Pra quem já leu, sabe que os livros citados são “O velho e o mar”, do escritor norte-americano Ernest Hemingway, e “Moby Dick”, do também norte-americano Herman Melville.
            Obsessão significa ideia fixa, e ideia fixa é o que tem Santiago, ao pescar um grande peixe, em alto-mar, após mais de oitenta dias sem pescar nada. E ideia fixa é também o que sente Ahab pela baleia branca Moby Dick, desde o momento em que esta lhe arrancou uma perna. De um lado, uma obsessão pelo simples instinto de sobrevivência, de pescar para ter o que comer, mas que se torna uma ideia fixa muito mais forte pelas condições externas a esta pesca. E, de outro lado, uma obsessão vingativa, de revanche mesmo.
            A história de Santiago, em “O velho e o mar”, pode ser pensada também como uma história de perseverança, antes de ser pensada como uma obsessão. Perseverar é persistir, é continuar, é não parar de fazer aquilo que se está fazendo. Conservar-se firme e constante. E é isto que faz Santiago, com a ideia fixa (obsessão) de pegar aquele peixe.


por Ítalo Puccini

O universo indígena é habitado por muitas histórias. São todas bastante vivas, porque reais. (MUNDURUKU, Daniel)

            O título deste escrito é também o nome de um dos livros do escritor Daniel Munduruku, autor de “Parece que foi ontem” e “Do mundo do centro da Terra do mundo de cima”, entre outros, todos livros que apresentam como temática mitos e lendas indígenas.
            É sabido que a prática de contar e de ouvir histórias é muito mais antiga do que podemos imaginar. Remete a nossos ancestrais mais primitivos. Muito antes da invenção do papel ou do livro ela já se fazia presente, deixando marcas culturais em diferentes épocas, registrando fatos e causos, ainda que por um tempo determinado, uma vez que a história oral não garante a eternidade do que é contado (se pensarmos bem, nem mesmo as histórias impressas, no ritmo de produção, de publicação e de consumo que temos hoje, garantem isto).
            Na cultura indígena, por exemplo, a maior felicidade alcançada pelos homens é a de ser avô, pela oportunidade que se apresenta a eles de contar histórias, muitas histórias, a seus filhos e netos. A oralidade é marca importantíssima nesta cultura, mas não só ela. A quantidade de livros que vem sendo publicada contando ou recontando mitos indígenas sugere a preocupação que existe na divulgação e no alcance dessas histórias através de outros meios.
            Daniel Munduruku é indígena. Nascido em Belém(PA), índio da nação Munduruku, “nasceu índio e gosta de ser índio”, conforme é apresentado em seus livros. É formado em Filosofia pela UNISAL – Lorena, e é diretor-presidente do Instituto Indígena Brasileiro para Propriedade Intelectual – INBRAPI, cujo objetivo é a defesa do patrimônio cultural e dos conhecimentos tradicionais dos povos indígenas brasileiros.
O escritor indígena com maior repercussão atualmente é autor premiado de muitos livros com histórias que apresentam ao leitor mitos e lendas do universo indígena, como “Coisas de índio”, “As serpentes que roubaram a noite” e “O segredo da chuva”. Mitos e lendas porque lenda é a forma como o mito é contado. Toda lenda apresenta um mito. Mas nem todo mito é apresentado por uma lenda. Lenda vem do latim legere, que significa ler. Mito é palavra grega que significa discurso, oralidade. No mito existe a busca de um porquê para a vida, que muitas vezes é contado em uma lenda.
            E aqui se apresenta ao leitor o recontar. Porque um mito pode ser contado e recontado de diferentes formas, diversas vezes. Para o mito de como surgiu a noite, por exemplo, Munduruku apresenta dois livros, citados no primeiro parágrafo deste escrito. Conforme conta a Clarice, em “Como nasceram as estrelas”, “Sempre, é uma história que não acaba nunca”.
            Para construir é preciso, antes, desconstruir. Pensar mitos e lendas pode ser seguir esse caminho da reconstrução. Do reconto. É isto que faz perpetuar histórias por gerações. A história é manutenção de vida das/nas coisas. A história é construção de identidade de um povo. A perda de identidade é parte do processo de morte de uma cultura. Diante disso, precisamos, como leitores e professores, dos contos e de seus recontos. Dos mitos e das lendas. Das diversas formas de perpetuarmos histórias e vidas. Histórias de vidas. Isto porque contar histórias, todos contamos. E, ao contarmos histórias, contamos a nós mesmos.
Minha lida com o texto literário – como leitor e como professor – é o de pensá-lo sempre como uma possibilidade de ressignificação. Junto ao texto literário é preciso que o aluno reconstrua. E para reconstruir é preciso, antes, que o texto seja destruído pelo leitor. Ou seja, objetivo que meu aluno produza sobre o texto que lê, construa seus sentidos para o que está lendo, ressignifique o texto com o qual está em contato. Literatura precisa ser contato. Toda leitura precisa ser um contato. Não contato no sentido físico exatamente. Mas contato no sentido de tocar em algo, produzir algo novo a partir desse novo toque, uma vez que nos ressignificamos o tempo todo, pelo simples fato de vivermos uns com os outros.
São vidas com as quais nos deparamos nas histórias da cultura indígena e também nas histórias sobre passarinhos, por exemplo. São vidas diferentes? Claro que são. Cada vida é uma vida. Mas a diferença não reside só nisto. Reside no modo como são contadas. O Bartolomeu Campos de Queirós, por exemplo, conta que

Para bem criar passarinhos é necessário ter o corpo capaz de escutar o silêncio das pedras, o som do vento nas folhas, o ruído de soluços preso em garganta. (...) Para bem criar passarinho há que se sonhar borboleta, anjo ou estrela cadente. É importante ter imensas intimidades com o nada, admirar o vazio e um especial encantamento pelo azul que existe muito depois das nuvens, infinito adentro.

Já o Marcos Bagno não conta sobre passarinhos, mas sim sobre corujas. Ou, mais especificamente, sobre Murucututu, a grande coruja da noite, que é “mais que grande, enorme. Seu gemido ecoa pela noite, Murucututu, arrepiando os corações de quem se atreve a escutar”.
É a avó quem conta para a sua neta a história de Murucututu, com a intenção de frear os avanços da menina na descoberta do mundo. Mas esta neta não temia nem o mundo nem as histórias: “Achava bonito só pela beleza de ser história, lenda, conto, fantasia de miragem mirabolante. Mas acreditar, ela, isso mesmo é que nunquinha”.
            Talvez porque contar histórias seja compor os silêncios sugeridos pelo Manoel de Barros. Os silêncios que cada um traz dentro de si para compartilhar ao contar e ouvir uma história. Porque há silêncios que falam. E aprendendo isto a gente aprende o que ninguém nunca soube. Adivinha mistérios. Sente de longe o cheio de algum segredo. E até consegue enxergar no escuro. Como faz a personagem que avoa com Murucututu.
            Contar histórias pode ser também fazer voar as palavras para encontrar seus silêncios a serem compostos.

Referências Bibliográficas

BAGNO, Marcos. Murucututu: a coruja grande da noite. Ilustrações Nelson Cruz. São Paulo: Ática, 2005.

LISPECTOR, Clarice. Como nasceram as estrelas. São Paulo: Nova Fronteira, 1999.

MUNDURUKU, Daniel. Histórias que eu ouvi e gosto de contar. Ilustrações: Rosinha Campos. São Paulo: Callis, 2004.

MUNDURUKU, Daniel. Parece que foi ontem. Ilustrações: Maurício Negro. São Paulo: Global, 2006.

QUEIRÓS, Bartolomeu Campos de. Para criar passarinhos. São Paulo: Editora Global, 2009. 
Ítalo Puccini*

O ato de ler pressupõe uma leitura não somente de textos, de palavras escritas. Não somente de imagens ou de sons. Mas sim uma leitura de nós mesmos e daqueles com quem convivemos. Ler transcende a força que a própria palavra carrega em si. Ler é criar um sentido próprio a si mesmo e ao mundo ao redor de si. É encontrar-se em um eu ainda desconhecido. Ler é, também e principalmente, saber ler a si mesmo e ao outro com o qual se estabelece uma relação de viver.
Cada leitura tem uma história própria. Cada texto tem também sua história própria. Assim como cada leitor constrói sua história de leitura. É Lajolo quem afirma que “Cada leitor, na individualidade de sua vida, vai entrelaçando o significado pessoal de suas leituras com os vários significados que, ao longo da história de um texto, este foi acumulando”.
É por essas veredas de conhecimento que a leitura não pode ser vista como uma atividade inocente. Para o crítico literário Alberto Manguel, por exemplo, “Toda história é uma interpretação de histórias: nenhuma leitura é inocente”. Não há como ler algo sem relacionar, mesmo que inconscientemente, a outro algo, ou já lido, ou já ouvido, ou já presenciado. Uma leitura leva à outra. Uma leitura não só de livros, mas também uma leitura de vida. Viver é relacionar-se. Vivemos nos lendo a aos outros também. Influenciamos e somos influenciados. Nossas histórias, lidas e vividas, embrenham-se em nossa formação de sujeitos e cidadãos que somos.
Diante disso, três livros catalogados como infantojuvenis, publicados entre os anos de 2008 e 2010, apresentam ao leitor uma mesma temática (a guerra), abordada por entre caminhos que lá na frente talvez se encontrem (diferentes personagens e seus sentires sobre e a partir da vivência – presente ou a distância – de uma guerra). Além de dois livros juvenis bastante consagrados desde quando publicados (inclusive filmados para o cinema) como “O diário de Anne Frank” e “O menino do pijama listrado”, que exploram essa contextualização do universo adolescente em meio a uma guerra, o leitor tem a sua disposição outros três títulos que seguem tal temática e uma oportunidade de estreitar relações entre os livros em si e sua própria bagagem leitora.

porque escrever é dar a cara a tapa.



É por aí que podemos pensar o primeiro livro infantojuvenil do escritor Rubens da Cunha, poeta e cronista, autor de trabalhos muito sólidos e reconhecidos como os livros “Campo Avesso”(2001, Letra d’Água), “Casa de Paragens” (2006, Editora da UFSC), “Vertebrais” (2008) e “Aço e nada” (2007, Design Editora) (os três primeiros de poemas, o último de crônicas). 
  Quando no lançamento do seu novo livro, no final do ano passado, Rubens em nenhum momento negou que passava, a partir daquele momento, a pisar em terreno antes pouco conhecido para ele. A última página do livro deixa claro isto também: “Crônica de gatos é seu primeiro texto destinado ao público infantojuvenil”. E este novo livro do escritor joinvilense pode ser visto como um passo que não estica muito a perna, um passo que mantém os dois pés bastante próximos. Não é um salto. É uma tentativa de dar um passo seguinte mais para frente, com uma segurança necessária para que nenhum tropeço ocorra nesse processo de continuidade. Algo que me parece claro já no nome do livro, “Crônica de Gatos”, uma referência a um gênero com o qual Rubens lida há bons cinco ou seis anos semanalmente no jornal “A Notícia”, de Joinville, que circula por todo o Estado de Santa Catarina, e também uma referência a um animal pelo qual o autor assume predileção, e que também já foi tema de algumas crônicas e de alguns poemas seus.
   Outra evidência do passo curto acertadamente dado por Rubens neste novo trabalho está em um dos elementos que compõem a história contada em “Crônica de Gatos”: o livro. Elemento este de muita segurança para o autor, não só pelo fato de já ter sentido a experiência de publicar quatro livros, como pela relação que ele demonstra estabelecer como os livros enquanto um leitor, algo que pode ser sentido a partir de seus escritos e das referências leitoras presentes em sua obra até o momento.
   Há pouco tempo, em uma entrevista que fiz com Rubens, para meu blog, ele apresentou um pouco mais do leitor que é: “Um sujeito curioso e que se irrita quando o interrompem durante a leitura. Eu gosto de ler tudo, é quase um ato involuntário. Está escrito, eu estou lendo. Mas a preferência, claro, vai para os livros de literatura, sobretudo, poesia e prosa que tenham algum elemento de ruptura com a linguagem, algo que vá além da história, pura e simples”.
   E são os livros que ligam os três personagens deste livro, o narrador e dois gatos. E é por meio dos livros que Rubens alcança uma segurança necessária para se soltar nesse terreno pouco conhecido dele.
   Como em todo terreno que se apresenta novo, por mais cuidado que se tenha, é preciso estar ciente dos sustos que o desconhecido apresentará. E é possível se deparar com alguns sustos no texto do “Crônica de Gatos”. Alguma precipitação na narrativa da história, uma entrega além do que devia, uma palavra fora de lugar que faz brecar a interação do leitor com a história, como para mim aconteceu no momento em que li a palavra “morte”, no meio da narrativa. O próprio trabalho de texto com imagens permite ao escritor não entregar tanto da história ao leitor, deixando este solto o necessário para construir sua significação leitora aliando narrativa e imagens.
  E a partir disso também se faz necessário salientar as excelentes ilustrações do livro, assinadas por Regina Marcis. Um trabalho de colagens que dá ainda mais força ao texto já muito consistente de Rubens da Cunha. Um texto de frases curtas que se complementam pelas brechas que cabem ao leitor significar, tendo o leitor, neste caso, as imagens como elementos adicionais de leitura.
  Rubens acerta em não esticar muito o passo neste novo trabalho. Acerta em mostrar ter ciência de que um escritor constrói sua trajetória não somente por meio dos livros que lê, mas também a partir de um olhar consciente sobre sua própria produção, medindo com cuidado os passos a serem dados, os caminhos a serem desbravados, e os mantimentos necessários para que desses passos e desses caminhos nasçam frutos tão sólidos quanto os já construídos e entregues ao mundo-leitor.

ÍTALO PUCCINI, PROFESSOR, LEITOR E ESCRITOR. INTEGRANTE DO PROLIJ (PROGRAMA INSTITUCIONAL DE LITERATURA INFANTIL JUVENIL DA UNIVILLE). ESCREVE NO WWW.UM-SENTIR.BLOGSPOT.COM
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resenha publicada no caderno ideias do jornal anotícia, 30.01, página 3. aqui.


o mais bonito em "memórias inventadas para crianças", de manoel de barros, é o texto que abre o livro: "escova". é quando descobrimos o manoel que queria escovar palavras, apenas porque vira dois homens sentados na terra escovando ossos, e porque havia lido em algum lugar que as palavras eram conchas de clamores antigos: "eu queria então escovar as palavras para escutar o primeiro esgar de cada uma. para escutar os primeiros sons, mesmo que ainda bígrafos".

e há mais nesse livro de dez textos. e de imagens belíssimas. iluminuras da martha barros, filha do maneca. há coisas assim por lá: "agora eu penso uma garça branca de brejo ser mais linda que uma nave espacial. peço desculpas por cometer essa verdade" (do texto "sobre sucatas"). e o manoel vai se desculpando o livro todo. como se devesse mesmo. desculpa-se pelas peraltagens que faz com as palavras. e com as histórias. peraltagens como enfiar água no espeto. como dar respeito às coisas e aos seres desimportantes. pede desculpas por brincar com palavras mais do que com bicicletas.

manoel de barros diz ter nascido poeta aos treze anos. dali em diante ele só queria ser uma coisa: fraseador. e diz também que hoje só usa a palavra para compor silêncios. e finaliza o livro assim (é a última frase do último conto): "agora quem está atônito sou eu". mentira, do manoel. mais uma inverdade dele. quem fica atônito ao lê-lo somos nós, leitores. apanhadores de desperdícios, ensinados por manoel de barros.  


ítalo.

Cá estou em Natal/RN (sobre a cidade, escrevi um pouco aqui), participando do 6° SEL (Seminário Educação e Leitura: Novas linguagens, novos leitores). 
O nome do Congresso aponta para a relação dos jovens com as novas linguagens, e o impacto na formação leitora deles diante de tantos dispositivos de leitura e de comunicação que surgem em tempo recorde.
Inscrito que estou no Grupo de Trabalho 7 (GT Educação e Literatura), tenho assistido a apresentações de trabalho que lidam com a perspectiva de repensarmos o sujeito-leitor perante o texto literário, uma vez também que o trabalho que aqui apresentarei aborda isto (um recorte, aqui).
Alguns trabalhos apresentados - dos que pude assistir - focam  a recepção do texto literário por parte da criança, como é o caso do trabalho intitulado "O olho lê, a imaginação tranvê e as emoções significam: a leitura de literatura e o desenvolvimento emocional de crianças na educação infantil", em que a autora, Nivea Priscilla Olinto da Silva (UFRN) investiga as contribuições da leitura de literatura infantil na problematização das experiências e conflitos emocionais de crianças da educação infantil, uma vez que esta leitura literária na escola precisa se constituir como um território privilegiado de inclusão da subjetividade do leitor.
Outros trabalhos primam pela possibilidade de releituras com que os contos maravilhosos e de fada podem se apresentar aos sujeitos-leitores, principalmente aos que iniciam suas caminhadas de leitura literária, contribuindo, dessa forma, para que a releitura cumpra com seu papel de aproximar o universo do leitor (sempre em formação) do universo clássico literário.
As mesas-redondas, realizadas sempre durante o período matutino, têm apresentado algumas abordagens de trabalho com a leitura (principalmente do texto literário) a partir dos recursos tecnológicos e de redes sociais que se apresentam aos jovens em seus caminhos de formação leitora. Muito tem sido lembrado, por exemplo, do surgimento dos livros digitais (e-books), e do uso que se pode fazer deles, além do uso de ferramentas como blogs para o ensino da leitura e da escrita em sala de aula. Também, o foco das discussões está sobre a formação (inicial e continuada) dos professores para que saibam lidar com essas novas linguagens na formação de novos leitores.
A palestra de abertura do Congresso foi dada pelo editor e escritor Espanhol Antonio Ventura, intitulada "Recuperar a palavra para decodificar as imagens". E uma "cutucada" já foi lançada ao público por Ventura, que assim disse: "Os adolescentes têm acesso a tanta informação que não aprendem nada. Diante disso, temos ainda o seguinte quadro: novas linguagens e menos leitores".
Além disso, as outras mesas-redondas do evento são as seguintes:
- "O mundo virtual na formação do professor";
- "Novos modos de ler e escrever";
- "História em quadrinhos e Literatura na formação do leitor de ficção";
- "Educação integral e leitura";
- "Educação, comunicação e inclusão digital";
- "Ética e diversidade: novas re-leituras?".
A programação completa do 6° SEL pode ser conferida aqui.

Câmbio, desligo,
Ítalo.
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