Janice nos dias 02 e 03/12 desenvolveu, respectivamente, sessões de contação de histórias no Berçário Passos Inocentes e na Associação Beneficente Bakhita. As crianças beneficiadas com o projeto foram de Educação Infantil.
 Associação Beneficente Bakhita.

Berçário Passos Inocentes 
No dia 30/11, Alcione promoveu uma performance na Escola de Artes “Fritz Alt”, ligada à Fundação Cultural de Joinville, a qual fez parte das atividades de encerramento do ano letivo de 2010. Outra sessão de contação de histórias foi realizada no CEI Espaço Encantado, no dia 01/12. O público-alvo foi uma turma na faixa etária de cinco a seis anos, os quais, contagiados pelas histórias, tiveram grande interatividade.

 Escola de Artes "Fritz Alt".

CEI Espaço Encantado
Alcione Pauli, Janice Mattei e Viviane Romão, pesquisadoras voluntárias do PROLIJ, participaram do projeto PROLIJ Contando Histórias na Comunidade, o qual teve por objetivo desenvolver uma arrojada atividade de sessões de contação de história que buscaram, sobretudo, a formação de leitores e o incentivo à leitura literária. Os lugares para a aplicação do projeto foram escolas e outros espaços públicos em Joinville. O projeto foi patrocinado pelo Arroz Urbano, através do FUNCULTURAL de Santa Catarina.

Hoje e nos próximos dias postaremos fotos desses momentos de contação de histórias.


Começamos com a prolijiana Viviane, que contou histórias no CEI Bethesda, no dia 01/12, mostrando que a boa literatura pode (e deve) fazer parte da vida dos cidadãos desde sempre.
O PROLIJ se reuniu no sábado passado para um encontro de fim de ano. Para comemorarmos o ano que passamos juntos, as leituras feitas, as escritas que "brotamos", os eventos que organizamos, e todo o pensar sobre a literatura infantojuvenil ao qual nos dedicamos durante o ano todo.

Como de costume, realizamos um amigo-secreto com muita troca de livros. Com muitas dedicatórias especiais, e muitas leituras que nos acompanharão em mais uma virada de ano.

Diante disso, resolvemos postar aqui no blog os livros que foram trocados entre nós, como forma de sugestão de leitura aos nossos leitores, e também como uma possibilidade de dicas de livros-presentes para alguém próximo a nós.



Cleber (neste ato representado por sua voz através do aparelho celular): 
Presenteou o Rodrigo com: “Contos de fadas”, apresentação de Ana Maria Machado.





Rodrigo:
Presenteou a Áurea com: “Um erro emocional”, Cristovão Tezza.






Áurea:
Presenteou a Viviane com: “Procura-se lobo”, Ana Maria Machado.




















Viviane:
Presenteou o Ítalo com: “Memórias inventadas para crianças”, Manoel de Barros.

                    


Ítalo:
Presenteou a Alcione com: “Desmundo”, Ana Miranda.

          




Alcione:
Presenteou a Sueli com: “Um erro emocional”, Cristovão Tezza.

       


Sueli Cagneti:
Presenteou a Maria Lúcia com: “Crítica, Teoria e Literatura Infantil”, Peter Hunt e “De dois em dois: Um passeio pelas Bienais”, Renata Sant´Anna, Maria do Carmo Carvalho e Edgard Bittencourt.


Maria Lúcia:
Presenteou a Débora com: “Um erro emocional”, Cristovão Tezza.

        


Débora:
Presenteou a Kamila com: um par de brincos.

     




Kamila:
Presenteou a Verônica com: "Carta aberta de Woody Allen para Platão", Juan Antonio Rivera.

     


Verônica:
Presenteou o Alencar com: “Um erro emocional”, Cristovão Tezza.

     


Alencar:
Presenteou a Evelyn com: “Memórias inventadas – as infâncias”, Manoel de Barros.

    


Evelyn:
Presenteou a Sônia com: “Os escravos”, Castro Alves e “Por que ler os clássicos”, Ítalo Calvino.


Sônia:
Presenteou o Cleber com: Vale-presente (devido a ausência do mesmo no encontro, por motivos de saúde).





Silvio Leandro:
Presenteou a Luciane com: “Memórias inventadas para crianças”, Manoel de Barros.

     


Luciane:
Presenteou o Silvio Leandro com: “Contos”, Voltaire.

Aconteceu na UNIVILLE mais uma edição do projeto “PROLIJ Contando Histórias na Comunidade”, através do Programa Visite, da UNIVILLE.
Desta vez, o PROLIJ recebeu crianças do CEI Artes e Manhas. Muitas histórias foram ouvidas e cantadas: foi uma tarde emocionante e envolvente. Prolijianos e crianças se confundiram nas histórias, conversas, parlendas e músicas, balançando e dando as mãos numa grande roda viva.

No final do encontro, as 18 crianças e as duas professoras receberam livros de presente do “Parque de Diversões Intelectual do PROLIJ”.




por Rodrigo da Silva


Para aqueles que já fizeram a escolha tão sonhada e idealizada de “fantasiar-se” de branco com marcha nupcial e adendos, Shrek para sempre pode ser uma boa pedida; para os que não a fizeram, eu diria que pode ser uma boa também, só que saída.
Brincadeiras de lado. O que temos é um filme de encantar e, por incrível que pareça criar algumas reflexões.  Shrek para Sempre da DreanWorks leva o espectador a viajar nas angústias e alegrias do grande Ogro e sua família.
Casado e com três filhos, o simpático pai de família, agora tem de dar conta de algumas tarefas que o levam à enfadonha ou encantadora rotina, a qual conhece muito bem a maioria dos mortais. Cansado dessa vida, enquanto enche balão no aniversário de um dos filhos – nada mais sugestivo – Shrek resolve dar um basta e voltar ao passado, a fim de ficar livre de tudo e ir à busca da possível felicidade. No entanto, esse retorno parece não ser o bastante e daí é hora de parar e repensar tudo.
Figurando uma mulher diferente, que desce da torre e não espera por ninguém, Fiona, a esposa e mãe, mostra-se alguém capaz de vencer os desafios da vida diária e superar as desavenças causadas pelo desgate do dia a dia. Assim, juntos, o belo casal e seus três filhos - a família nada perfeita - superam juntos quase tudo, esperando sempre o final feliz, que vem, mas vai, pois amanhã é outro dia e, então, começa tudo de novo...

por Viviane de Cassia Romão Lucio dos Santos


(??????)

Como diz a Emília, é muito difícil começar e os pontos de interrogação refletem as muitas dúvidas que passam na mente de quem escreve...
Começarei então do começo (como diria Emília???!!!): A história “As aventuras de Pinóquio” foi escrita pelo italiano Carlo Collodi entre os anos de 1881 e 1883 e foi publicada em capítulos de jornal, com o objetivo de mostrar às crianças italianas o que acontece com quem não segue as regras, não obedece os pais, não estuda... A história encanta os leitores da época (e de outras épocas também) e ultrapassa as barreiras de tempo e de espaço. Pinóquio, um pau vivente transformado em boneco, já “nasce” criando confusão, deixando seu “pai” perdido, sem rumo, procurando fazer o melhor para que o filho tivesse e lhe desse um bom futuro, afinal de contas, na Itália unificada, os pais almejavam que seus filhos estudassem para conseguir um emprego e mantê-los (os pais)  em sua velhice. Não é este ainda o objetivo de muitos pais hoje em dia? Talvez algumas coisas tenham mudado, mas a “arte de educar” ainda é frequentemente discutida e não existe fórmula pronta, já que as crianças têm em si o bem e o mal, como Pinóquio que se deixava levar, aprontava, praticava verdadeiras crueldades, mas depois se arrependia... Lembrava das pessoas queridas, como seu pai e sua fada, e pedia “Socorro!!!” como todos nós, seres humanos, fazemos em momentos de aflição. Emília diria agora: “Chega de filosofar, isso está ficando muito chato, parece até o Visconde!!!”.
Pois bem, Emília surgiu das mãos do brasileiro Monteiro Lobato entre os anos de 1921 a 1923 em um Brasil buscando, mais uma vez, sua identidade, sua forma de ensinar de acordo com os “nossos” padrões. Emília – espírito lobateano irreverente e questionador – é uma boneca confeccionada por Tia Nastácia como presente para Narizinho. Uma boneca feia, estranha, e que vai “virando gente” aos poucos... Tanto Pinóquio quanto Emília ganham vida ou são identificados como vivos a partir do momento em que falam. Só que Pinóquio ( ingênuo ou cruel?), já fala antes mesmo de surgir como boneco e só vira um menino de verdade, após dominar as primeiras letras, valorizar o estudo e aprender algumas “coisinhas” pertinentes às regras da boa convivência. Por outro lado, Emília é considerada gente a partir do momento em que engole as pílulas falantes e, como a maioria das crianças, vai aprimorando suas ideias e pensamentos à medida em que o tempo vai passando, observando os outros e adquirindo consciência. A “boneca de pano” não é uma criança boba não!!! Ela xereta tudo a sua volta, questiona toda e qualquer coisa e tirando algumas “asneirices”, tem explicação para tudo. Em ambos os casos, porém, verifica-se que é a linguagem que nos remete à consciência. É por meio da linguagem que tanto Pinóquio quanto Emília tornam-se agentes transformadores do ambiente em que vivem e, no meu ponto de vista, no caso da Emília, em todos os ambientes possíveis e impossíveis.
Quero me permitir fazer uma ressalva: achei o João Faz-de-conta, boneco de pau e “irmão” de Pinóquio, criado com a providencial ajuda da Emília, interessantíssimo!!! Acho os personagens de Lobato mais humanos e invejo a irreverência e a criatividade da Emília. 

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