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Nesse ano, de 2 a 4 de agosto, o Prolij (Programa Institucional de Literatura Infantil Juvenil da Univille) esteve na cidade do oeste paulista de Presidente Prudente para discutir as (trans) formações de leitores pelo texto literário no V Congresso Internacional de Literatura Infantil Juvenil do CELLIJ (Centro de Estudos em Leitura e Literatura Infantil e Juvenil "Maria Betty Coelho Silva"). O programa já havia participado do evento em 2004, também em Presidente Prudente, casa do CELLIJ (vinculado à Universidade Estadual Paulista, UNESP), então ainda com 7 anos de existência.

Agora, aos 20 anos, o Prolij foi representado no evento pela apresentação de um poster (exposto no dia 3 de agosto, no próprio campus da UNESP), intitulado Eu livro, tu livras, nós livramos: a transformação do não-lugar em lugar a partir da disseminação literária, que tratava do projeto vinculado Liberte um livro

As representantes desse e da Univille (Universidade da Região de Joinville) a viajarem a Presidente Prudente foram as acadêmicas bolsistas do programa, Nicole de Medeiros Barcelos, apresentadora do trabalho, e Gabrielly Pazetto, que compartilham a autoria do poster junto às professoras Berenice e Alcione, além da ex-bolsista do programa, Cymara Scremin Schwartz Sell. 

Abaixo, é possível conferi-lo na íntegra!




2007 - International Conference on Storytelling (New Delhi, India)

Cá estou em Natal/RN (sobre a cidade, escrevi um pouco aqui), participando do 6° SEL (Seminário Educação e Leitura: Novas linguagens, novos leitores). 
O nome do Congresso aponta para a relação dos jovens com as novas linguagens, e o impacto na formação leitora deles diante de tantos dispositivos de leitura e de comunicação que surgem em tempo recorde.
Inscrito que estou no Grupo de Trabalho 7 (GT Educação e Literatura), tenho assistido a apresentações de trabalho que lidam com a perspectiva de repensarmos o sujeito-leitor perante o texto literário, uma vez também que o trabalho que aqui apresentarei aborda isto (um recorte, aqui).
Alguns trabalhos apresentados - dos que pude assistir - focam  a recepção do texto literário por parte da criança, como é o caso do trabalho intitulado "O olho lê, a imaginação tranvê e as emoções significam: a leitura de literatura e o desenvolvimento emocional de crianças na educação infantil", em que a autora, Nivea Priscilla Olinto da Silva (UFRN) investiga as contribuições da leitura de literatura infantil na problematização das experiências e conflitos emocionais de crianças da educação infantil, uma vez que esta leitura literária na escola precisa se constituir como um território privilegiado de inclusão da subjetividade do leitor.
Outros trabalhos primam pela possibilidade de releituras com que os contos maravilhosos e de fada podem se apresentar aos sujeitos-leitores, principalmente aos que iniciam suas caminhadas de leitura literária, contribuindo, dessa forma, para que a releitura cumpra com seu papel de aproximar o universo do leitor (sempre em formação) do universo clássico literário.
As mesas-redondas, realizadas sempre durante o período matutino, têm apresentado algumas abordagens de trabalho com a leitura (principalmente do texto literário) a partir dos recursos tecnológicos e de redes sociais que se apresentam aos jovens em seus caminhos de formação leitora. Muito tem sido lembrado, por exemplo, do surgimento dos livros digitais (e-books), e do uso que se pode fazer deles, além do uso de ferramentas como blogs para o ensino da leitura e da escrita em sala de aula. Também, o foco das discussões está sobre a formação (inicial e continuada) dos professores para que saibam lidar com essas novas linguagens na formação de novos leitores.
A palestra de abertura do Congresso foi dada pelo editor e escritor Espanhol Antonio Ventura, intitulada "Recuperar a palavra para decodificar as imagens". E uma "cutucada" já foi lançada ao público por Ventura, que assim disse: "Os adolescentes têm acesso a tanta informação que não aprendem nada. Diante disso, temos ainda o seguinte quadro: novas linguagens e menos leitores".
Além disso, as outras mesas-redondas do evento são as seguintes:
- "O mundo virtual na formação do professor";
- "Novos modos de ler e escrever";
- "História em quadrinhos e Literatura na formação do leitor de ficção";
- "Educação integral e leitura";
- "Educação, comunicação e inclusão digital";
- "Ética e diversidade: novas re-leituras?".
A programação completa do 6° SEL pode ser conferida aqui.

Câmbio, desligo,
Ítalo.
Sueli no Museu de Frida Kahlo

Alencar e Donica













Estamos em um grupo de cinco pesquisadores. Vamos apresentar na Enkidu Summer Conference, no dia dois. Nossa primeira impressão sobre o México foi ótima. Até o momento, temos sido bem tratados pelas pessoas daqui e isso faz com que tudo a nossa volta fique muito mais especial. Talvez haja uma conexão inconsciente entre brasileiros e mexicanos, visto que tivemos um “início” semelhante ao deles, baseado na exploração de europeus. Assim, somos uma espécie e irmãos. Porém, esta carga histórica complicada não conseguiu inibir a beleza e alegria naturais dos povos americanos central e do sul. Estes fatores, aliados à criatividade, fizeram surgir uma cultura interessante e diversificada. No caso do México, o legado deixado por astecas e espanhóis resultou em algo fantástico. Um exemplo disso é a praça “Zocalo”, a qual podemos ver do hotel onde estamos hospedados. Amanhã vamos conhecê-la. Será também o primeiro dia do Congresso.
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