Extra! Extra! Chichen Itza

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Desde o começo da viagem, tínhamos em mente conhecer uma das maravilhas do mundo moderno: Chichen Itza. O PROLIJ, quando participa de Conferências, sempre procura aliar o trabalho com desenvolvimento cultural, buscando conhecer obras naturais e/ou humanas significativas de cada lugar. Da capital, viemos para Cancun, a Riviera Maia, onde mar e céu, unidos brincam com o azul, formando uma escala monocromática. Após, mais ou menos, duas horas de carro, chaga-se ao sítio arqueológico de Chichen Itza, na Península de Yucatán. O sentimento é difícil de explicar, pois são séculos de história presentes naquelas construções. Quem as fez foram os maias, que impressionam pela organização. A pirâmide de Kukulcan é carregada de simbologia. Seus quatro lados possuem 91 degraus cada, que multiplicados por quatro e somados à base superior, nos dão o número 365, exatamente a quantidade de dias no ano. Porém, o calendário maia difere do nosso, já que os meses e os anos eram contados de outra forma. Próximo à pirâmide, está o campo no qual os maias praticavam seu esporte. Era um jogo com 14 participantes, que tinham objetivos de acertar uma bola de quatro quilos em um orifício posicionado a uns três metros de altura. O vencedor era decapitado, pois o sacrifício humano era considerado uma honraria. Na parte sul da cidade, está o observatório. Os maias, há quase dois mil anos, faziam estudos de astronomia. Ou seja, possuíam uma incrível organização social, que se mostra muitas vezes superior a nossa, tendo em vista que eles conseguiram proezas com pouquíssimos recursos. Há quem diga que os astecas, quando descobriram as ruínas maias, pensaram que elas haviam sido feitas por gigantes. E foram mesmo.

Alencar Schueroff, professor do Curso Persona e pesquisador voluntário do PROLIJ.


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Um comentário:

Í.ta** disse...

muito legais todos os registros escritos e fotográficos!

parabéns a vocês :)

até breve.

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