21
nov
2010

Era uma vez todo dia...

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por Rodrigo da Silva


Para aqueles que já fizeram a escolha tão sonhada e idealizada de “fantasiar-se” de branco com marcha nupcial e adendos, Shrek para sempre pode ser uma boa pedida; para os que não a fizeram, eu diria que pode ser uma boa também, só que saída.
Brincadeiras de lado. O que temos é um filme de encantar e, por incrível que pareça criar algumas reflexões.  Shrek para Sempre da DreanWorks leva o espectador a viajar nas angústias e alegrias do grande Ogro e sua família.
Casado e com três filhos, o simpático pai de família, agora tem de dar conta de algumas tarefas que o levam à enfadonha ou encantadora rotina, a qual conhece muito bem a maioria dos mortais. Cansado dessa vida, enquanto enche balão no aniversário de um dos filhos – nada mais sugestivo – Shrek resolve dar um basta e voltar ao passado, a fim de ficar livre de tudo e ir à busca da possível felicidade. No entanto, esse retorno parece não ser o bastante e daí é hora de parar e repensar tudo.
Figurando uma mulher diferente, que desce da torre e não espera por ninguém, Fiona, a esposa e mãe, mostra-se alguém capaz de vencer os desafios da vida diária e superar as desavenças causadas pelo desgate do dia a dia. Assim, juntos, o belo casal e seus três filhos - a família nada perfeita - superam juntos quase tudo, esperando sempre o final feliz, que vem, mas vai, pois amanhã é outro dia e, então, começa tudo de novo...



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